quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dilúvio taquistoscópico.

De difícil passei ao negativo, ou à negação dos meus sentimentos.
Sou sentimental, mas detesto isso.
Sou orgulhoso, porém fracassado nesse quesito. Orgulho mastigado.
Sou papel sem escritura, pauta sem partitura. Sou defeito de erro. Lixeira cheia.
Frio que percorre o corpo, choro entalado na boca, nos olhos.
Notório dilúvio... exposto brevemente.
De verdades e respostas.
O que pode ser tão difícil? Ou sou tão egoista assim?
Clima cego, nefasto espinho... desvio o filtro e me poluo.
Não se pode viver feliz, mas nunca por culpa de ninguém.

2 comentários:

Panda disse...

essas palavras de simples não têm nada!!!
nefasto espinho...
dilúvio taquistoscópico!
sassinhora!
me ensina?
bjos

Nathy Pöpper disse...

ah yan, eu adorei esse texto!!
Me senti tão dentro dele, de forma como se fosse eu ali a pensar sobre eu mesma!
Parabéns!

Beeijos beijos